Saiba o que o Museu da Comunicação terá a oferecer.
Confira na lateral direita os links para todas as galerias do Museu.
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Galeria dedicada ao público infanto-juvenil, com monitores, onde o jovem público irá criar cartões de aniversário, Natal, convites, pequenos jornais, newsletters eletrônicos, iniciando assim esse público nos princípios da comunicação.
A ideia é fazer convênios com as principais escolas de propaganda para montar oficinas do gênero “work in progress”. A partir de campanhas de primeiro nível, os estudantes irão reestruturar trabalhos centrados em briefings concretos de comunicação de marketing.
Geração de repertório. Aqui o profissional de propaganda irá receber treinamento prático, operacional, sobre planejamento de marketing, planejamento de comunicação, promoção de vendas, logísticas de distribuição, precificação, e todos os demais itens de que dispõe noção apenas teórica recebida na Universidade. O conceito fundamental será aprender com quem faz. Para tanto, além dos profissionais brasileiros envolvidos nos vários programas, o Museu contará ainda com o apoio da Advertising Educational Foundation, de Nova York (www.aef.com)
O objetivo é implantar um dos maiores e mais avançados centros de pesquisa de comunicação de marketing do Brasil. Para tanto, o Museu da Comunicação conta, desde seu início, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais, cujo presidente, Prof.Dr. Mario Neto Borges, foi responsável pelo suporte financeiro e pelo contínuo suporte a todas as iniciativas do Museu da Comunicação.
O Museu da Comunicação já solicitou o apoio desta importante instituição dedicada a criar um vínculo entre a indústria de propaganda e a atividade acadêmica no sentido de que as empresas anunciantes entendam, de maneira clara e direta, o importante papel que a propaganda representa na sociedade, na cultura, na economia e na história de uma país.
Galeria dedicada aos grandes realizadores da comunicação em Minas e no Brasil e que forjaram a história da propaganda, do merchandising, da promoção de vendas e do jornalismo publicitário. Todos os nomes aqui inscritos, assim como as "campanhas inesquecíveis" serão eleitas mediante votação popular, a ser realizada em todo o Brasil, a partir de 2010, no nosso próprio site.
Na comunicação de marketing a embalagem é um grande diferencial competitivo. A embalagem, em si, já é um meio de comunicação. Seu design transmite conceitos de qualidade, modernismo, atualidade, tudo isso avalizado pela marca. Considerando-se que 85% das decisões de compra são tomadas no ponto de venda, a embalagem torna-se assim um dos principais itens responsáveis pela compra.
Um dos mais importante meios de comunicação no ponto de venda é o display: em cartão, como porta-banners, em metal, eletrônico, estático ou dinâmico o display é um importante item que assinala para o consumidor o local específico do ponto-de-venda onde o produto é encontrado, além de atuar como reforço à comunicação de marketing do produto.
Cartazetes, bandeirolas, folhetos, pequenos blimps, brochuras, postais são itens de material utilização para integrar a comunicação da campanha promocional de determinado produto.
No Brasil, somente a partir da década de 30, o rádio começa a ter importância para a propaganda, até atingir a " idade do ouro" na década de 40.O rádio é responsável por um profundo impacto na sociedade brasileira, muito maior do que aquele que 30 anos depois viria com a televisão.O rádio sempre foi o amigo, o conselheiro sentimental, o meio que ensinava a plantar, colher, cuidar da saúde, disseminar sobretudo a nossa língua, responsabilizando-se em grande parte da unidade linguística de nossa pátria.
A música está no sangue do brasileiro. O que explica a preferência de todos pelo "anúncio cantado". Os grandes jingles da história da propaganda brasileira são relembrados por todos, trazendo consigo não apenas o encanto da nostalgia com uma atitude de total benevolência para com a marca do produto ou serviço anunciados.
Os anúncios falados. A voz que de lar em lar anunciava não só a chegada como as vantagens e os benefícios dos novos produtos. Desde cedo a publicidade na rádio serviu não só para assegurar a subsistência da emissora mas também para formar hábitos de consumo. Os spots de rádio sempre foram a mídia de maior penetração no meio rural, assegurando aos anunciantes a transmissão de sua mensagem a todos os rincões de nossa terra.
O rádio sempre foi "a testemunha ocular da história", responsável por levar a cada brasileiro cada um dos fatos que se uniam para entrelaçar a cadeia dos grandes eventos históricos. A política, a economia, as finanças, o teatro, o cinema, a música, todo e qualquer evento que de alguma forma afetasse a vida de um brasileiro foi registrado pelo rádio. Na guerra e na paz, o rádio sempre foi o responsável por gravar, de maneira indelével, os grandes eventos da sociedade brasileira.
Quais os equipamentos, o maquinário, os intrumentos com se realizam as gravações de música, jingles, spots com que convivemos no dia a dia? Porque não dar ao grande público uma atração extra no nosso Museu, permitindo aos visitantes a gravação da própria voz na realização de um spot comercial com música e texto fornecidos pelo Museu? Porque não levar para casa ou enviar para parentes distantes uma mensagem produzida nos estúdios do Museu da Comunicação?
A ilustração foi a forma primeira que Homem usou para mostrar suas realizações. Da parede das cavernas ao moderno processo de computação gráfica, a ilustração é uma das formas práticas de uso da arte na venda de produtos e serviços. Uma ilustração é arte, mas nela a arte está fazendo parte de um todo que é a peça publicitária, onde imagem ilustrada, texto e layout compõem o todo da mensagem.
Na propaganda, cada foto é a gravação da nossa visão pessoal do mundo. Na propaganda, a fotografia é prova maior de que a vida merece ser vivida. A fotografia publicitária tem de ser original,provocante e exigente. Ela deve despertar a emoção do consumidor. Impactar, provocar o desejo de consumo. A foto é a única responsável por todo o impacto estético da propaganda.
As sete artes clássicas transformaram-se, hoje, em onze: música, pintura,escultura, teatro, literatura, cinema,fotografia, banda desenhada, jogos de computador e vídeo, arte digital. Some-se tudo isso e temos a televisão, presente em todos os momentos na vida do homem moderno.
A televisão permitiu levar ao consumidor todos os artifícios do marketing moderno, com maior teor de emoção e um processo mais imediato de racionalização das vantagens dos produtos e serviços anunciados.
O cinema nasceu de várias inovações que vão desde o domínio fotográfico até a síntese do movimento utilizando a persistência da visão com a invenção de jogos ópticos.
O cinema sempre foi um espaço segmentado para a publicidade com amplos recursos de divulgação e promoção. Ao longo do tempo, no entanto, foi a publicidade que enriqueceu o cinema, dando-lhe mais força e pujança. Os grandes diretores de cinema, hoje, surgiram como diretores de comerciais de televisão e cinema.
A animação tem hoje 116 anos de existência. No Brasil, o primeiro filme de animação é de 1917, com o filme “O Kaiser” de Álvaro Marins.
Amplamente usada na propaganda, a animação sempre encantou crianças e adultos, promovendo vários produtos que hoje fazem parte do nosso cotidiano. Sem limites para a fantasia criativa, a animação (ou desenho animado) é um magnífico recurso para a publicidade.
Se a televisão é a soma e a integração das onze artes, a computação gráfica derrubou todas as fronteiras da imaginação e da criatividade humana. Na propaganda, hoje, a computação gráfica permite ultrapassar os limites do real e da ousadia, criando peças publicitárias que são verdadeiras obras de arte com indiscutível impacto estético.
O primeiro jornal com periodicidade regular registrado pela história foi o Acta Diurna, mandado publicar pelo imperador Augusto no ano 59 a.C. Já naquele jornal de pedra anunciavam-se ações do governo e outros fatos. No Brasil, a história do anúncio tem uma triste origem: a grande maioria tratava da compra e venda e da fuga de escravos.O primeiro anúncio publicado no Brasil é de 17 de setembro de 1808. A partir daí o anúncio continua sendo a forma mais difundida e conhecida de publicidade no Brasil.
A propaganda ao ar livre – hoje chamada genericamente de mídia exterior – é a mais antiga forma de publicidade existente no mundo. As placas das corporações de ofício, a sinalização das estradas no mundo antigo, os painéis, os cartazes, os posters, são por demais conhecidos pela população de qualquer lugar do mundo e influenciam muito a tomada de atitude por parte do público.
O termo " leave-behind" se refere a todo o material gráfico promocional que se entrega ou se deixa com um cliente potencial. Trata-se, aqui, dos folhetos, folders, brochuras, livretos, broadsides, volantes, postais,portfolios impressos, literatura técnica, etc.
Com mais de meio milênio de existência, a partir da prensa e dos tipos móveis de Gutenberg, as artes gráficas sofreram uma enorme evolução até os nossos dias. Para a publicidade, as artes gráficas representam a própria gênese da comunicação de massa, através de métodos tais como a litografia, a tipografia a cores, a impressão em off-set, etc. Mas é a partir do século XIX que surgem as grandes peças publicitárias, produzidas graças ao imenso talento de pintores e artistas como Lautrec, Antoine-Jean Gros fazendo propaganda política para Napoleão, e outros. No Brasil, grandes nomes deixaram verdadeiras peças de museu para a propaganda.
Museu com o apoio pleno da ABAP
06/03/2010, Blog
06/10/2009, Blog
Fale com a equipe do Museu da Comunicação:
E-MAIL: mc@museudacomunicacao.org.br
FONE: +55 31 3241-1888